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Série: A Inerrância da Bíblia Sagrada - Parte III


Continuando a série sobre a inerrância da Bíblia Sagrada, nesse vídeo respondo alguns questionamentos sobre a ascensão do Senhor Jesus Cristo e sobre a conversão do Apóstolo Paulo.



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O Jovem Cristão e o perigo das Drogas



     Diferentemente do popular, a palavra Drogas vem do grego pharmakeia, tendo o seu significado traduzido para farmácia ou drogaria. É um tema delicado para a Família, para o Governo e até mesmo para a igreja. É triste, mas a realidade é que existe muitas igrejas despreparadas para lidar com este determinado assunto. O jovem crente é bombardeado de várias maneiras diferentes, e as drogas é só mais uma delas.
      O inimigo investe pesado para derrubar a Juventude Cristã. A Bíblia nos orienta a resistir ao diabo (Tg. 4.7) e a fugir das paixões da mocidade (II Tm 2.22), pois, nós jovens, somos fortes por que a palavra de Deus habita em nós (I Jo 2.13-14). Infelizmente, Satanás tem conseguido levar muitas vidas, até mesmo jovens crentes, para o mundo escuro das drogas.
     O Reverendo David Wilkerson (que já está com o Senhor Jesus), fundador do Desafio Jovem, deixou-nos algumas das razões pelas quais os jovens usam drogas:

  1. Independência
  2. Curiosidade
  3. Fugir dos problemas

     É claro que as razões são várias e não somente estas. Mas o fato é que as drogas trazem grande perigo e malefícios para a pessoa e para a família. A Bíblia Sagrada condena as drogas por que é um pecado contra o corpo (I Co 3.17), assim como a prostituição. Por isso é importante que os jovens de Deus estejam vigiando, pois Satanás, busca nos tragar (I Pedro 5.8), e quer só uma brecha para poder nos atacar. Que possamos rejeitar os pratos que o mundo nos oferece, assim como Daniel não quis se contaminar com os manjares da Babilônia (Dn 1.8).
    Sejamos cautelosos, pois o pecado pode nos deter e prender (Pv 5.23-24). Jesus Cristo é a solução, Ele é o Todo Poderoso, que tem o poder de libertar (Jo 8.36).

Pense nisso!

Álcool ou drogas, vários efeitos, só que todas artificiais, que me faziam valorizar as coisas banais e o mais importante que é o teu amor eu deixava pra trás (…) Mas houve uma luz, houve uma luz, que por nós morreu numa cruz, que se chama Jesus (…) ♫ (Wagner Reis) 



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Série: A Inerrância da Bíblia Sagrada - Parte II



Continuando a Série de Defesa da Fé Cristã, respondo nesse vídeo a questão do Suicídio de Judas. Que Deus vos abençoe. Sola Scriptura!





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John MacArthur, o Louvor e a Realidade



Trecho do Capítulo 7 do Livro "Ouro de Tolo?" de John MacArthur, que tem como título "Rocha Firme? O que a Bíblia Diz sobre a música de Adoração Contemporânea".

"O estilo e formato das canções gospel foram emprestados diretamente da música popular do fim do século XIX. O homem considerado geralmente o pai da música gospel é Ira Sankey, um cantor e compositor talentoso que alcançou a fama à sombra de D. L. Moody. (...) Sankey queria um estilo de música mais simples, mais popular e mais apropriado ao evangelismo do que os hinos clássicos das igrejas. Por isso, ele começou a escrever canções gospel - curtas em sua maioria, simples e com refrões, segundo o estilo da música popular de seus dias. Sankey cantava cada verso como um solo, e a congregação o acompanhava no refrão.

(...) Antes de Sankey, os hinos eram compostos com um propósito deliberado, consciente e didático. Eram escritos para ensinar e reforçar os conceitos bíblicos e doutrinários no contexto da adoração dirigida a Deus. Em outras palavras, o tipo de adoração que os hinos incorporavam exigia o uso do intelecto humano. Eles visavam louvar a Deus, por exaltar e proclamar a sua verdade de um modo que aumentasse a compreensão da verdade por parte do adorador. Os hinos criaram um padrão de adoração que era racional e emocional. E isso era perfeitamente bíblico. Afinal de contas, o primeiro e maior mandamento nos ensina a amar a Deus com todo o nosso coração, alma e entendimento (Mt 22.37).

(...) Mas nos últimos 150 anos, o conceito de popular de adoração tem mudado tão radicalmente quanto oes estilos de música que cantamos. Em nossos dias, a adoração é, com frequência, caracterizada como algo que acontece quase fora do âmbito do intelecto. Esta noção destrutiva tem feito surgir vários movimentos perigosos na igreja contemporânea. (...) Creio que esta noção moderna de adoração, como uma atividade sem a utilização da mente, tem causado grande prejuízo às igrejas. Tem levado a uma ênfase decrescente na pregação e no ensino e produzido uma ênfase crescente no entretenimento da congregação, em fazer as pessoas sentirem-se bem. Tudo isso deixa os membros da igreja sem instrução e incapazes de discernir, numa ignorância tola quanto aos perigos ao seu redor.

(...) Poucos cânticos de louvor modernos ensinam ou admoestam. Em vez disso, a maior parte deles são escritos apenas para mexer com os sentimentos. Geralmente, eles são cantados como uma mantra místico - com o propósito deliberado de colocar o intelecto num estado de passividade, enquanto o adorador reúne o máximo de emoções possível. A repetição é colocada intencionamente, e com este propósito, em muitos cânticos de louvor.

A minha maior preocupação é o conteúdo, e não o estilo de música cantada na igreja. No entanto, o estilo e a capacidade artística também são importantes. (...) Oferecer música espalhafatosas a Deus é pior que expor uma pintura malfeita em uma galeria. Não pode haver mediocridade em nossa adoração ao Deus Altíssimo. Isso significa que nem todos os que desejam compor e tocar música na igreja podem receber liberdade para isso. A arte de algumas pessoas simplesmente não merece ser exibida. "

Nota do Blogueiro: Duro é este discurso; quem o pode ouvir? (João 6:60). O louvor na casa do SENHOR vem passando por momentos de crise. Pessoas que querem aparecer mais que Jesus, letras sem base bíblica e crentes analfabetos de Bíblia que aceitam tudo que tem o nome Gospel. O crente em Jesus deve ser Luz do Mundo, e não ESTRELA. isso não quer dizer que, nos dias de hoje, não existam louvores que exaltam e glorificam a Deus.

O SENHOR sempre tem seus remanescentes. Como é bom ver e ouvir nos dias de hoje louvores verdadeiros como os do Grupo Logos, Palavrantiga, Stênio Marcius e Carlinhos Veiga. Diante de tantas bizarrices que vemos nos últimos dias relacionado ao louvor na casa de Deus, meu desejo é que Deus continue levantando homens que proclamem as verdades bíblicas nesses tempos, como John MacArthur e John Piper.

Pense nisso!




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Série: A Inerrância da Bíblia Sagrada


Recebi de um colega um documento em que continha "contradições bíblicas", e resolvi responder a todas, de maneira simples, provando que a Bíblia Sagrada é a Palavra de Deus, e que é um livro inerrante, atual e poderoso.



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Buscando Forças em Deus


E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre:
Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome.
(Apocalipse 3:7-8)

    Filadélfia era a mais nova das 7 cidades que foram endereçadas as cartas escritas no início do livro de Apocalipse. Nessa cidade, a igreja do Senhor Jesus estava sendo sufocada pelos judeus, estes que perseguiam a igreja de maneira tremenda. Mesmo sendo uma igreja pequena, os crentes de Filadélfia permaneciam fiéis a Deus e não negavam o nome do Senhor Jesus. Diante de todas as adversidades, perseguições e lutas, eles guardavam a Palavra do SENHOR no coração. Que lição maravilhosa!

    Isso me faz pensar em nossos dias. Quantas vezes deixamos nos dar por vencidos, por que parece que o problema e a luta é grande? Vários e vários momentos das nossas vidas passam, e nos esquecemos de que há um Deus no céu que cuida de nós em todos os momentos, e é esse mesmo Deus, que tem por nome Jesus, que tem o poder de reverter a situação em que estamos. Devemos louvar e engradecer ao nome do SENHOR, tanto na alegria como na tristeza. Deus não prometeu que não iríamos ter lutas. Deus não prometeu que nossa caminhada Cristã não teria espinhos. Mas uma promessa gloriosa, falada pelo próprio Senhor Jesus, é que ele estaria conosco todos os dias até a consumação do séculos (Mt 28.20). Que promessa maravilhosa.

    Mesmo a igreja de Filadélfia tinha pouca força (v.8), ela continuava fiel ao Senhor Jesus, fato este que, levou aquela igreja a não receber nenhuma repreensão da parte de Deus. Todos nós, crentes em Jesus, temos que buscar forças em Deus. Não é no dinheiro e não é na ciência, e sim daquele que deu a sua vida por todos nós. Muitas pessoas acham que igreja grande é sinônimo de presença de Deus, mas não é bem assim, Mesmo a igreja de Filadélfia sendo pequena, e com pouca força, Deus estava presente guardando e abençoando aos seus servos.

    Mesmo diante das dificuldades e das lutas, busque a Deus, adore e honre ao nome do Senhor Jesus, pois ele merece, e não devemos segui-lo pelo que ele faz e sim pelo que ele é. Mesmo que Deus fechasse as portas do céu agora, e não abençoasse mais a sua vida, ele mereceria ser honrado e adorado, pois se estamos aqui hoje, em pé, sentado ou deitado nesse momento, é por causa de sua infinita misericórdia. Sigamos o exemplo dos crentes de Filadélfia, fiéis a Deus e a sua palavra, que Deus nos abençoa e nos faz promessas! Não auto-ajuda, mas ajuda do alto, do Senhor Jesus, que vem sem demora.